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AMAR E CUIDAR – Evento em comemoração ao dia da adoção.

Proporcionar momentos de reflexão e luta pela garantia do direito de convivência familiar e comunitária das crianças e adolescentes. Esta foi a proposta do evento “Amar e Cuidar”, realizado no Shopping Moxuara, em Cariacica/ES, de 29 à 31 de maio de 2014.

O evento foi realizado pela 1ª Vara da Infância e da Juventude de Cariacica e Grupo de Apoio à Adoção Raízes e Asas, com apoio do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJES), Grupo Sá Cavalcante e Prefeitura de Cariacica.

 

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Abertura do evento – 29/05/2014 – Da esquerda para a direita: Representante do TJES, Alexsandra, 1a. VIJ de Cariacica, Giselle Dutra, GAA Raizes e Asas, Juninho, Prefeito de Cariacica e Representante do Grupo Sá Cavalcante.

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Nota de apoio à equipe da 1a. Vara de Infância e Juventude da Serra/ES..

“Nós, Equipe Técnica do Núcleo de Convivência Familiar e Comunitária vem a público manifestar nossa apoio à MMa. Juíza Dra. Gladys Henriques Pinheiro e a Equipe do Serviço Técnico Sócio-judiciário, as Assistentes Sociais Eduarda Borges Bimbatto e Rossana Zago Carneiro, do 1º Juizado da Infância e Juventude da Serra.

 

Desde a promulgação da Lei 12.010/09 fomos convidadas a participar do Programa de Preparação e Orientação para Adoção, conforme previsto no Art. 28, § 5o da referida Lei. Nesses 04 anos temos trabalhado na perspectiva de proporcionar espaço de reflexão e orientação para os casais e pessoas que desejam constituir uma família pelos laços do afeto, através da Adoção. Somos testemunhas do trabalho sério e respeitoso dispensado às famílias, pela MMa. Juíza Dra. Gladys Henriques Pinheiro e pelas Assistentes Sociais Eduarda Borges Bimbatto e Rossana Zago Carneiro no trato da questão ainda tão delicada, cheia de mitos e preconceitos por parte de nossa sociedade.

 

Somos ainda testemunhas da iniciativa da MMa. Juíza Dra. Gladys Henriques Pinheiro que no ano de 2012 propôs a 1º Campanha de Incentivo à Adoção Tardia do Estado do Espírito Santo com o desejo incondicional de possibilitar uma nova referência de família para crianças e adolescentes abrigados nos serviços de acolhimento institucional do município da Serra, com merecido reconhecimento nacional através do Prêmio INOVARE.

 

Reforçamos nosso apoio à MMa. Juíza Dra. Gladys Henriques Pinheiro e a sua Equipe na certeza de que a conclusão do Processo de Correição só reforçará a competência, a ética e a responsabilidade de vocês, no desenvolvimento desse trabalho tão delicado e complexo.

 

Elismara Tonini Moreira

Priscila Manta de Carvalho Barreto

Viviane Rodrigues Vescovi”

 

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NOTA DO SITE:
Dra. Gladys e sua equipe sempre estiveram dispostos a contribuir para o bem-estar de crianças e adolescentes. Com um trabalho sério e muita dedicação construiram uma trajetória confiável e abriram espaço para os debates em torno da adoção.

Percebemos a ampliação do tema alcançando mais lares e mais pessoas que nunca haviam pensado sobre a adoção ou carregavam estigmas e ideias preconceituosas por pura falta de informação.

Os efeitos dos projetos e das ações promovidos por essa equipe não podem ser mensurados, pois só cada família que se abriu para receber um filho via adoção, sabe a importância daquele momento em que renovaram as esperanças ao se deparar com fotos, depoimentos, casos reais de adoção.

O responsável por este site se solidariza com a equipe mencionada na nota.

 

 

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Pais quebram tabu e relatam o prazer de adotar crianças mais velhas

18/05 – 14h27

Samanta Nogueira
Rádio CBN Vitória (93,5 FM)

foto: Samanta Nogueira
Os professores Giselle Dutra e João Fernando Costa Júnior optaram pela adoção - Foto: Samanta Nogueira
Os professores Giselle Dutra e João Fernando Costa adotaram dois irmãos

A adoção tardia é um dos grandes desafios enfrentados pela Justiça. Se por um lado há fila de pais esperando por uma criança com menos de três anos, do outro há mais de 390 delas no Estado, com idade acima dos três, aguardando por uma família. O grande entrave, aponta a Justiça, é o fato de muitos temerem que uma criança mais velha possa ter um comportamento ruim ou não se acostumar com os novos hábitos.

Fato que não aconteceu na casa do casal de professores João Fernando Costa Júnior e Giselle Dutra. Eles adotaram dois irmãos. Na época Elaine tinha 10 anos e o irmão Kauã, 3. Giselle descreve a relação entre eles como uma construção de amor e paciência, assim como acontece com qualquer filho.

“Ela nasceu para nós com uma história de vida. Em alguns momentos, tivemos que ter conversas bastante fortes. Nós colocamos os limites e mostramos a rotina da nossa família, mas respeitando os gostos dela. Tudo transcorreu tranquilamente”, contou.

Para essa família, adotar foi uma opção. João Fernando explicou que não há diferença entre filhos biológicos e adotivos. “Eles são filhos. As pessoas sempre perguntam para a gente: ‘vocês não podiam ter filho?’ A gente pode e a gente tem dois. Não há diferença”, falou.

OUÇA A NOTÍCIA NO SITE DA CBN

Para esclarecer algumas dúvidas a sobre a adoção tardia, o casal e a juíza Gladys Pinheiro, da 1ª Vara da Infância e da Juventude da Serra, selecionaram cinco tópicos para ajudar quem pretende adotar um uma criança.

A idade é um obstáculo?
Durante o processo de adoção, há um estágio para verificar se a criança vai se adaptar aos pais. Com o tempo, a criança começa a confiar e amar a nova família. Com o carinho e educação dos pais, ela cria um vínculo e o comportamento se adapta ao que a família ensina.

A adoção é um processo demorado?
A adoção tardia não é demorada. A duração do processo é de até quatro meses. Como as crianças são maiores, geralmente o processo de destituição já está concluído e elas estão liberadas para a adoção.

A fila de espera é grande?
Em geral, não há fila de espera para adoção tardia. A fila é grande quando a pessoa opta por adotar um bebê.

É difícil obter toda a documentação?
A documentação para adotar uma criança é simples. São necessários documentos pessoais, certidões de nascimento e casamento (caso a pessoa seja casada), laudos médicos, comprovante de residência e renda. É preciso ter um advogado para acompanhar o processo. Por isso, as Varas da Infância e da Juventude disponibilizam um defensor público.

Há preparação para quem vai adotar?
As pessoas que decidem adotar uma criança não estão sozinhas. Existem grupos de apoio para os futuros pais. Na Grande Vitória, existem os grupos Ciranda e Raízes e Asas, os dois de apoio à Adoção. Além disso, as Varas da Infância e da Juventude promovem o curso de preparação de adoção, exigido por lei.

Outras informações podem ser obtidas neste sábado (19) durante a Campanha de Incentivo à Adoção Tardia, no Shopping Mestre Álvaro, na Serra. O evento, que vai até o dia 24 deste mês, é promovido pela 1ª Vara da Infância e da Juventude da Serra.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/05/noticias/cbn_vitoria/reportagem/1239715-pais-quebram-tabu-e-relatam-o-prazer-de-adotar-criancas-mais-velhas.html